- Aretha Campos n°:03
- Isabel Alves n°:24
- Riame Freitas n°:31
- wislla carvalho n°:39
- Leonardo Bruno n°:16
- carolina parente
Líder: Leonardo Bruno
- COMENTARIO
A Campanha da Fraternidade, apesar de uma campanha católica, visa os problemas ecumênicos do dia-a-dia. Despertando em católicos, judeus, pagãos, qualquer raça ou credo o debate sobre a humanidade, afinal, vivemos em comunidade, independente de religião. O tema deste ano em especial mexe com todos os ângulos do prisma da sociedade, trata-se do simples direito de ir-e-vir, que muitas vezes é burlado pelo desconforto que rege as ruas. Depois de assistir a debates e discutir o tema, ficou claro que a violência, apesar de ampla, não sobrevive quando há justiça social, quando a palavra igualdade está em cena. Igualdade sim é uma palavra difícil, mas como foi proposto pela campanha, é possível começar com pequenos atos, e que as grandes mudanças não estão inalcançáveis só porque não fundamos uma ONG ou não participamos de uma, os pequenos atos formam as grandes lições e por muitas vezes, o que um adolescente ou criança propícios a violência precisa escutar qualquer um pode dizer.
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